Em São Paulo, depois da chuva NÃO vem o sol. E sim os pontos de alagamento, a lentidão no trânsito, congestionamentos, vias interditadas, caos, os desenhos nos vidros embaçados, as gotículas de água no parabrisa, a música relaxante no rádio, as conversas e a improvável aproximação de duas pessoas presas no carro. Um pouco tensas. Algo mudou entre nós. O passado corre para o bueiro, como a água da correnteza.
Um comentário:
Adorei seus textos, em especial esse aqui!
Parabéns!
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