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22 de outubro de 2012

Crítica: Si Señor! (Pinheiros)

Filial da rede de comida mexicana em Pinheiros comete uma sucessão de erros básicos, mas tenta recuperar-se no ótimo preparo e apresentação das comidas.


Sábado a noite, casa lotada, fila de espera com tempo de quinze minutos. OK. Quando conseguimos uma mesa, olhamos o cardápio e pedimos um chopp Heineken e um Frozen Margarita de frutas vermelhas. Dez minutos depois optamos pelo combo Los Tres Amigos, uma vez que trazia enchilada, burritos e tacos - as principais comidas mexicanas, para conhecer e provar.

A bebida, depois de muita cobrança, chegou no tempo de 30 minutos! Mesmo assim, veio com as bebidas erradas. Solicitamos a correção, e cinco minutos mais tarde, chegou o Frozen, mas não o chopp. A desculpa era de que havia dado um problema com a chopeira e não teria como tirar o líquido. Optei por uma longa neck, já frustrado. Na sequência, outro garçom chegou na mesa e trouxe o chopp Heineken. Fiquei sem entender: tinha ou não a bebida? Faltou uma troca de informações entre os garçons.

A comida, por outro lado, chegou antes das bebidas e com ótima apresentação (foto). Como não conhecemos tanto da culinária mexicana, optamos por provar diversos tipos de comida. E os três combos fechados do Si Señor!, com preços a partir de R$ 56, agradam o paladar. O combo Los Tres Amigos trazia enchilada de queijo, tex-tacos e burrito, acompanhados de guacamole, salsa picante e sour cream. Não decepcionou. A porção serve bem duas pessoas.

Entre as sobremesas, destaque para o Oreo Madness, que é uma espécie de sanduíche de chocolate recheado com sorvete de creme e pedaços de chocolate.

Na conta, outra surpresa: o valor do prato principal estava errado. Cobraram por um outro combo, R$ 20 mais caro. A garçonete pediu desculpas e corrigiu o erro, depois de dez minutos.

O serviço deixa a desejar, mas a comida compensa os tropeços infantis desta filial do Si Señor! em Pinheiros.

Avaliação: regular

Crítica: Festa Recalque (Estúdio Emme)

Prima pobre das festas coloridas de São Paulo, a Recalque leva ao Estúdio Emme um público menos sofisticado que a "Gambiarra" (The Week) ou "Vem Gentchy" (The Society).



A festa mais lembra um bailinho de escola adolescente do que uma balada que ferve. O público majoritário, meninos afetados na casa dos 18 anos, dão um toque nada elegante para a "festinha". As músicas pop das décadas de 90 e 2000, demoram para embalar e empolgar os festeiros. Só na alta madrugada, quando todos já estão cansados, é que começa a tocar as músicas mais atuais, como Flo rida ou Psy. Mesmo assim, os meninos fervem e fazem coreografias toscas para aparecer numa passarela improvisada no meio da pista, sem falar das performances vergonhosas num cano de pole dance.

A casa, o Estúdio Emme, parece não ser o espaço ideal para festas. O ar-condicionado não dá conta de refrescar o ambiente, o som é altíssimo e de péssima qualidade, sem falar na lotação, onde não há espaço para dançar sem esbarrar nos outros convidados.

Num telão, os tweets dos baladeiros dão um ar mais engraçado para a festa, como os da @faxineira. "So tem exu pedreiro aqui! ". Ela consegue resumir magistralmente os frequentadores desta balada de péssimo nível e gosto em SP.

Avaliação: Péssimo

Crítica: Até que a sorte nos separe

Protagonizado por Leandro Hassum e Daniele Winits, este novo blockbuster nacional aposta num tema velho e com piadas repetidas, mas consegue entreter.


Imagina ganhar R$ 100 milhões na loteria e depois de 15 anos descobrir que torrou tudo e precisa se desfazer dos seus bens para pagar a conta, que já está no vermelho. O que poderia ser tema de um sitcom na Globo numa quinta a noite, está fazendo um sucesso estrondoso no país, já tendo levado mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas. Um feito, mas ainda falta a boa história.

O tema de ganhar na loteria, que já ganhou destaque recentemente com a Griselda na novela Fina Estampa, rendeu um filhote nos cinemas. Tino e Jane formam o casal de protagonistas, que faturam uma bolada na loteria e mudam completamente suas vidas. De um apartamento apertado, compram uma mansão, viajam para a Disney cinco vezes por ano, fazem voos de gravitação, dão festas de arromba, não se preocupam com as contas no shoppping e gastam até o fim a imensa fortuna.

Após gastar o dinheiro, se veem pobres e obrigados a voltar para a dura realidade. O vizinho do casal, Amauri (Kiko Marcarenhas), autor de um livro para ter sucesso na vida, ajuda Tino a salvar sua vida financeira, que num primeiro momento não consegue contar a "novidade" para a mulher gastadeira Jane - que está grávida a espera do terceiro filho. As proles do casal também já se acostumaram com a boa vida e a falta de educação financeira, torrando a grana com videogames e eletrônicos supérfluos.

Vazio e sem um bom enredo, o filme apenas diverte, e não deixa espaço para reflexões. Apenas vende o sonho de ser rico e mostra como seria se tivéssemos R$ 100 milhões na conta.

Hassum sempre exagera nas interpretações, mostrando ser um típico palhaço de circo. Winits é a velha perua que está acostumada a fazer. A melhor atuação fica por conta de Aílton Graça, que vive um desginer estereotipado homossexual.

Cotação: *

Crítica: Atividade Paranormal 4

Os mesmos clichês paranormais estão de volta nesta quarta parte da franquia de sucesso. Prepare-se para ver novos objetos voando, tvs ligando sozinha, pessoas flutuando e tudo mais que as tais atividades podem fazer.


Pela primeira vez, um filme de "Atividade Paranormal" anda para frente. Os anteriores seguiam uma escala de volta no tempo. Estamos em 2011, com Katie e o pequeno Robbie juntos após uma série de assassinatos, onde morreram Kristi (irmã de Katie) e Daniel (cunhado de Katie), além do sequestro do bebê Hunter.

Katie e Robbie se mudam para uma casa em outro Estado da onde ocorreram os assassinatos e o sumiço misterioso da dupla. Depois de Katie ser internada em um hospital, o menino Robbie fica uns dias na casa da vizinha Alice, seu irmão adotado Wyatt e seus pais. Com a presença do garoto estranho nesta casa, as tais atividades paranormais começam a se manifestar.

Se você já enjoou de ver facas caindo na cozinha, tvs ligando sozinhas, portas batendo, lustres despencando, sombras misteriosas perambulando a noite pelos corredores ou pessoas sendo arrastadas pelo ar, pode desistir de ver a quarta parte da franquia. Os clichês paranormais voltam a acontecer repetidamente, tirando o susto e tornando-se algo previsível e cômico.

Desta vez, Alice e seu amigo Alex filmam tudo através de webcams instaladas nos computadores da casa e celulares IPhone. Parece que o filme ficou mais moderninho. Nos anteriores, câmeras antigas eram espalhadas pela casa.

Mas nada aconteceu por acaso neste longa - há uma boa história por trás. O menino Robbie se aproxima de Wyatt, que têm a mesma idade, e tornam-se amigos. E o velho espírito de Tobbie volta a atormentar a vida desta nova família. Um segredo é revelado ao longo da trama, mostrando a conexão que existe entre Katie/Robbie com os vizinhos, especialmente ligado ao passado de Wyatt - que é adotado. Há uma boa surpresa nesta parte, dando um pouco mais de sentido à trama - embora o filme não convença por completo.

"Atividade Paranormal 4" recupera o fôlego perdido da terceira parte, mas fica distante dos dois primeiros longas. O quinto já deve estar a caminho, com mais clichês paranormais.

Ah, no final dos créditos tem um pequeno trailer do novo filhote da franquia Atividade Paranormal. Voltado para o público latino-americano, o novo filme, que deverá chegar aos cinemas no começo de 2013, trará as atividades numa comunidade mexicana, mais ligada à religião católica. Vamos ficar de olho!

Bilheteria: em seu final de semana de estreia, a quarta parte da franquia arrecadou US$ 30,2 milhões nos EUA. O antecessor arrecadou US$ 52,6 milhões nos primeiros três dias em exibição. Mas a queda é maior se comparada ao sucesso estrondoso da primeira fita: US$ 77,8 milhões. Mesmo com bilheteria em baixa, a Paramount Pictures já anunciou para outubro de 2013, durante o Halloween, a estreia de "Atividade Paranormal 5".

Cotação: * *

17 de outubro de 2012

Crítica: Pizzaria da Bel (Botucatu – SP)

Quando resolver se deslocar do centro de Botucatu para o bairro da Demétria em busca da famosa pizza da Bel, torça para que a casa não esteja cheia e com falta de garçons. Se o movimento estiver calmo, a pizza chega perfeita e muito saborosa. Caso estiver lotado, tenha a certeza que a experiência não será nada agradável.



A Pizzaria da Bel existe na Demétria há mais de uma década. Com os anos, aumentou o espaço e começou a atender a grande demanda. Mas o grande problema da pizzaria hoje não é a qualidade dos produtos nem a excelente quantidade de opções, mas a falta de estrutura da cozinha e do pessoal para lidar com os clientes quando a casa está lotada.

Caso 1: Quarta a noite, movimento tranquilo. A própria Bel faz questão de passar de mesa em mesa, cumprimentando os clientes e anotando os pedidos. A pizza chega rápido, com a massa fininha no ponto e sobra apetite para provar a tradicional pizza flambada de banana com canela. Tudo perfeito e a noite estrelada na Demétria vale a viagem.

Caso 2: Sábado a noite, casa cheia. Boa parte dos garçons não aparece no serviço e os poucos disponíveis se atrapalham com os pedidos de bebidas e da pizza. A Bel tenta contornar a situação desfavorável. Quando a redonda chega à mesa, apresenta a massa queimada e os ingredientes bagunçados. Até a pizza doce os garçons conseguem queimar, uma vez que não dão conta da demanda e fazem tudo às pressas para atender todo mundo, deixando de lado a qualidade.

Caso 3: Reunião da família, com 25 pessoas. Chegamos cedo, fazemos o pedido e mais de uma hora depois, recheado de reclamações e protestos, a pizza não chega. Dizem que devido ao "número elevado de pessoas", as DUAS pizzas da primeira leva, não ficaram prontas num tempo ágil. BALELA. Incompetência de uma garçonete inexperiente, que fez com que a pizzaria perdesse 25 clientes numa única noite. Depois deste ocorrido em 27/10/2012 (após a primeira crítica), juramos que nunca mais voltaríamos para a Bel. Mas vale a experiência quem quiser arriscar.

Na maioria das vezes, o trajeto entre a cidade e a Demétria vale a pena! As pizzas de marguerita especial (que leva mussarela de búfala), rúcula com tomate seco, carne seca, alface e outras opções vegetarianas agradam em cheio os paladares mais exigentes.  Quem quiser provar os sabores doces, pode acertar em cheio com a flambada de banana e canela ou as opções que levam chocolate.

O clima de interior, com as caprichosas mesas enfeitadas com flores do campo em garrafas artesanais e o próprio céu iluminado contribuem a favor da pizzaria. As pessoas dão um ar festivo e descontraído para o local. Falta uma música ao vivo para ficar completo.

Os preços mais baixos, as diversificada opção de sabores e a qualidade dos produtos fazem da Bel uma boa opção de pizzas em Botucatu, se der sorte.

Avaliação: Regular

Crítica: Pizzaria Estância Treze (Botucatu – SP)

O grande chalé abriga uma charmosa pizzaria, que serve redondas numa massa mais grossa, mas peca pela falta de preparo dos garçons.


Alternativa da Pizzaria da Bel, localizada a poucos quilômetros no bairro da Demétria, a Estância Treze tem um cardápio mais reduzido em massas grossas. Na visita, precisamos travar uma luta de gestos com as mãos para os despreparados garçons nos atenderem. Desde nossa entrada, ninguém nos atendeu em dez minutos. E a casa estava com o movimento tranquilo. Pedimos o cardápio e constatamos que as opções eram mais reduzidas e simplórias, com pouco mais de 20 redondas.

Provamos o sabor de ½  carne seca com mussarela e ½ marguerita, no tamanho médio (com seis pequenas fatias). A redonda chegou à mesa com pouquíssima carne, sem gosto e com a massa dura e seca. A metade de marguerita pecou pela falta de queijo.

Para não gastar mais dinheiro com um produto mediano, optamos por não pedir a tradicional pizza doce – que também tinha poucas opções.

As cervejas, o vinho da casa e os sucos não fazem feio.

Um “diferencial” desnecessário é a tábua de frios. Os produtos pareciam envelhecidos e não possuíam um aspecto apetitoso. Provamos e constatamos o óbvio: não eram queijos frescos.

Se melhorar o atendimento e a qualidade da massa pode voltar a disputar os clientes com a Bel. Caso contrário, será a segunda opção.

Avaliação: regular

20 de setembro de 2012

Crítica: A Libanesa (Botucatu - SP)

Quase todos os botucatuenses devem ter alguma boa história com os amigos na lanchonete "A Libanesa", na principal avenida da cidade. Mas as novas gerações, infelizmente, não terão o prazer de sentir o mesmo sabor do passado que marcou gerações.

Há pelo menos seis anos a "A Libanesa" encontra-se numa ladeira sem freio. Acostumada a reinar sozinha nas décadas de 90 e 2000 na noite botucatuense, a lanchonete não conseguiu manter a qualidade frente às novas opções que surgiram na cidade, como o bom Bar do Português, a nova Mão na Roda na avenida Vital Brasil ou o fast food Habib´s (que oferece os mesmos produtos da "A Libanesa" a um preço mais acessível e com qualidade similar).

Até o "Sinhô & Sinhá", em Rubião, fisgou boa fatia da "A Libanesa", oferecendo um cardápio vasto com bons rótulos de cerveja - coisa que foi e ainda é, limitada na lanchonete da avenida.


A derrocada, de fato, começou quando o público acostumado a frequentar a avenida Dom Lúcio começou a migrar para a Vital Brasil, que há cerca de dez anos sofreu um boom de novos bons estabelecimentos noturnos. O reinado caiu, de fato, quando a franquia "Salomé" chegou na cidade. Os boêmios optaram por um serviço novo, de qualidade e barato. A cidade, sempre fechada a novos estabelecimentos e comerciantes, perdeu um dos melhores bares que Botucatu tinha no começo deste ano devido a especulação imobiliária do bairro. E fez a alegria dos velhos comerciantes "botucudos".

Fazendo toda a contextualização, vamos ao estabelecimento em si. No almoço, os frequentadores encontram algumas opções tradicionais, como o filé de frango empanado e as famosas batatas fritas - que são, ainda, o ponto alto do restaurante. Inclusive o molho de alho é difícil de ser batido em outros lugares. Mas hoje as filas e o tempo de espera para conseguir uma mesa na calçada não lembram aquelas longas do começo dos anos 2000. No último sábado, chegando às 21h, tinham várias opções de mesa em lugares que antigamente eram disputadas a tapa. Sinal de que algo não vai bem.

No jantar, as esfihas abertas e fechadas são as melhores pedidas. E o filé a parmegiana ainda agrada pelo sabor inconfundível, apesar da queda de qualidade se comparado com os anos anteriores.

O chope Devassa não agrada. A sorte é que há algumas outras opções no menu. Os garçons, pouco experientes, são demorados para anotar o pedido ou simplesmente limpar a mesa. O chão do restaurante também estava sujo, com diversos papeis jogados - e ninguém tomou providência.

Os preços são um pouco salgados para o serviço que oferece. A sensação que fico é que a "A Libanesa" não conseguiu pensar diferente, lançar novas opções e fazer frente aos novos estabelecimentos que surgiram em Botucatu. Literalmente, sentou na fama que possuía e não se mexeu. Ficou para trás.

Ninguém vive do passado. E os frequentadores do passado preferem algo novo.

Avaliação: regular

25 de junho de 2012

Crítica: Encontro com Fátima Bernardes

Fazendo o possível para mostrar-se a vontade em seu programa de estreia, Fátima tenta mudar a cara da programação matinal da TV no “Encontro com Fátima Bernardes”.



O programa começou com dez minutos de atraso, e mostrou logo na abertura a despedida de Fátima do “Jornal Nacional”. Depois, fez uma contagem progressiva através dos últimos meses contando sobre a criação do programa, através da composição do elenco, pautas, quadros, cenários, etc. Mais ou menos como seria a realização do sonho da apresentadora. Aliás, “sonhos” foi uma espécie de tema do programa de estreia.

A primeira matéria discutida ao vivo com convidados e a jornalista Lillian Telles foi sobre adoção. Nada magnífico, mas que trouxe relatos de crianças nos orfanatos e pais que adotaram ou pretendem adotar filhos de coração. Teve ainda a presença de Marcos Losekan, direto de Londres, falando sobre o mesmo tema da adoção na Inglaterra. Na sequência, uma pequena esquete de humor – mesmo sem um pingo de graça – mostrou que o programa precisa melhorar nas tentativas de fazer piadas nas mudanças de assunto, ajustando o famoso “time” dos comediantes.

Um quadro interessante apresentado na estreia foi o “Cabine”, em que os convidados do programa revelam algo de suas vidas. O tema de hoje foi “Qual seu maior sonho?”, com respostas previsíveis e uma mais divertida: "andar nas costas de uma girafa na África!" Ponto para a piada natural!

“Onde está você, William Bonner” perguntou Fátima para o marido, que deu as caras no moderno telão para parabenizar a mulher pela estreia do programa direto da Redação do "Jornal Nacional" e dar algumas notícias que estarão no noticiário noturno da Globo – com a presença de todos os editores do “JN” que trabalhavam com Fátima. Bonita homenagem.

Em seguida foi ao ar uma divertida matéria com três amigos do Rio que fizeram a primeira viagem de avião juntos para o exterior (EUA, claro!). E discutiu-se sobre os brasileiros que estão debutando nos aeroportos, numa clara referência ao público que o “Encontro” quer fisgar: a classe C.

Outra pauta discutida no programa foi sobre depilação masculina. Um lutador de MMA entrou em cena e confessou que depila as costas e “outras partes”. Constrangedor!

Na reta final, Fátima mostrou seu lado jornalista, discutindo sobre as notícias grandes, com boa repercussão, e as notícias do cotidiano, pessoais, citando a sua própria gravidez no final da década de 90. Enfim, mostrou qual o propósito do programa: contar histórias e relatos pessoais da vida de forma clara e objetiva. Nada de receitas gastronômicas, sorteios de prêmios ou qualquer outra bobagem em busca da audiência. Quer ter qualidade e bom conteúdo.

A primeira impressão é a de que o “Encontro com Fátima Bernardes” precisa soar mais natural, mostrando uma verdadeira e desconhecida “nova Fátima” – que o público tanto espera ver ao vivo, todas as manhãs.

Segundo o colunista da Folha Ricardo Feltrin, a audiência na estreia do programa chegou a 10 pontos de média, com pico de 11,5. Desde 2006 a Globo não alcançava uma audiência tão grande na faixa matinal. Em segundo ficou o SBT, com 7,1 pontos – que abocanhou as crianças órfãs de desenhos da “TV Globinho”. Já a Record, mesmo com a presença especial de Ana Hickmanm e Brito Jr. no “Hoje em Dia”, caiu para a terceira posição, com 6 pontos. Cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande SP.

Avaliação: Bom